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sexta-feira, 6 de maio de 2011

"Kant-Studien"

O periódico Kant-Studien, organizado pela Sociedade Kant internacional (Kant-Gesellschaft) é a maior referência mundial em relação aos estudos da filosofia de Immanuel Kant. Foi fundado em 1896 e publica anualmente aproximadamente 25 artigos científicos filosóficos-históricos nas linguas alemã, inglesa e francesa. O foco é, primero, contribuir para esclarecer questões de interpretação, de história, e editoriais sobre a filosofia de Kant. Segundo, contribuir para os debates sobre a filosofia transcendental. Terceiro, realizar uma investigação sobre os precursores de Kant e os efeitos que eles tiveram em sua filosofia.

É publicado pela editora científica Walter de Gruyter, a qual atua com exigência e sofisticação no campo da literatura científica. São publicados por ela anualmente 500 novos títulos nas áreas de ciencias humanas, medicina, ciencia natural, ciência do direito, matemática e outros, além disso, publica também anualmente cerca de 100 períodicos em campos específicos e também mídias digitais.

Para mais informações:

http://www.degruyter.de/journals/ks/

http://www.kant-gesellschaft.de/de/ks/

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Sociedade Kant Brasileira

A Sociedade Kant Brasileira reúne professores, pesquisadores e estudiosos especialistas nos mais variados graus e áreas que, a partir do pensamento do filósofo Immanuel Kant (1724-1804), desenvolvem seus trabalhos, projetos e pesquisas.
É referência no Brasil e exterior, divulgando e promovendo eventos acerca dos estudos e pesquisas sobre o filósofo e sua obra, disponibilizando newsletter à comunidade dos interessados no pensamento kantiano, além da revista Studia Kantiana entre outras iniciativas e recursos.
Acesse:

sexta-feira, 15 de abril de 2011

"International Dostoevsky Society" (IDS)

E como ocorre com todo grande pensador e autor, Dostoiévski ou Dostoevsky, também possui uma organização dedicada à sua obra, é a International Dostoevsky Society.

São encontros, publicações, suplementos, links, informações (todo conteúdo está disponível apenas em inglês e russo), contendo ainda um conselho executivo e honorário, e coordenadores regionais.
Acesse:

domingo, 6 de fevereiro de 2011

“Georg-Büchner-Preis”


O Prêmio Georg Büchner (ou Prêmio Büchner) é considerado o mais importante prêmio literário da Alemanha. Seu nome homenageia o escritor e dramaturgo alemão Georg Büchner (1813 - 1837). Foi fundado em 11 de Agosto de 1923, na época da República de Weimar, pela câmara de deputados do estado alemão Volksstaat Hessen (extinto em 1946, hoje: Hessen). A idéia era premiar artistas ligados a Hessen. Entre 1933 e 1944 foi substituído por um prêmio da cidade alemã Darmstadt. O valor é de 40.000 Euros.

Os vencedores foram:

1923

Arnold Mendelssohn
Adam Karillon

Komponist
Schriftsteller

1924

Paul Thesing
Alfred Bock

Maler
Schriftsteller

1925

Wilhelm Michel
Rudolf Koch

Schriftsteller
Schriftkünstler

1926

Wilhelm Petersen
Christian H. Kleukens

Komponist
Drucker

1927

Johannes Bischoff
Kasimir Edschmid

Kammersänger
Schriftsteller

1928

Richard Hoelscher
Well Habicht

Maler
Bildhauer

1929

Carl Zuckmayer
Adam Antes

Schriftsteller
Bildhauer

1930

Johannes Lippmann
Nikolaus Schwarzkopf

Maler
Schriftsteller

1931

Alexander Posch
Hans Simon

Maler
Komponist/Kapellmeister

1932

Adolf Bode
Albert H. Rausch

Kunstmaler
Schriftsteller

No ano de 1933 até 1944 o prêmio não foi entregue.

1945

Hans Schiebelhuth

Schriftsteller

1946

Fritz Usinger

Schriftsteller

1947

Anna Seghers

Schriftstellerin

1948

Hermann Heiss

Komponist

1949

Carl Gunschmann

Maler

1950

Elisabeth Langgässer

Schriftstellerin

Em 15 de Março 1951 o Ministro da Cultura de Hesse fechou um contrato com o magistrado da cidade de Darmstadt e com a Academia Alemã de Língua e Poesia (em alemão: Deutsche Akademie für Sprache und Dichtung)pelo qual transformou o antigo Prêmio Georg Büchner em um prêmio literário concedido pela Academia. Ao mesmo tempo, um estatuto para o Prêmio Büchner foi criado e aprovado. Seu parágrafo mais importante (na versão de 21 de Março de 1958) diz: "Para a concessão do prêmio podem ser propostos escritores e poetas que escrevem em alemão, que emergem através das dimensões principais de seus trabalhos e obras e que têm uma participação fundamental na configuração da vida cultural alemã.

1951 Gottfried Benn
1952 nicht vergeben
1953 Ernst Kreuder
1954 Martin Kessel
1955 Marie Luise Kaschnitz
1956 Karl Krolow
1957 Erich Kästner
1958 Max Frisch
1959 Günter Eich
1960 Paul Celan
1961 Hans Erich Nossack
1962 Wolfgang Koeppen
1963 Hans Magnus Enzensberger
1964 Ingeborg Bachmann
1965 Günter Grass
1966 Wolfgang Hildesheimer
1967 Heinrich Böll
1968 Golo Mann
1969 Helmut Heißenbüttel
1970 Thomas Bernhard
1971 Uwe Johnson
1972 Elias Canetti
1973 Peter Handke
1974 Hermann Kesten
1975 Manès Sperber
1976 Heinz Piontek
1977 Reiner Kunze
1978 Hermann Lenz
1979 Ernst Meister
1980 Christa Wolf
1981 Martin Walser
1982 Peter Weiss
1983 Wolfdietrich Schnurre
1984 Ernst Jandl
1985 Heiner Müller
1986 Friedrich Dürrenmatt
1987 Erich Fried
1988 Albert Drach
1989 Botho Strauß
1990 Tankred Dorst
1991 Wolf Biermann
1992 George Tabori
1993 Peter Rühmkorf
1994 Adolf Muschg
1995 Durs Grünbein
1996 Sarah Kirsch
1997 H.C. Artmann
1998 Elfriede Jelinek
1999 Arnold Stadler
2000 Volker Braun
2001 Friederike Mayröcker
2002 Wolfgang Hilbig
2003 Alexander Kluge
2004 Wilhelm Genazino
2005 Brigitte Kronauer
2006 Oskar Pastior
2007 Martin Mosebach
2008 Josef Winkler
2009 Walter Kappacher
2010 Reinhard Jirgl

Mais no site da Academia Alemã de Língua e Poesia (em alemão):

http://www.deutscheakademie.de/preise_buechner.html

domingo, 7 de novembro de 2010

"Clube de Autores"

"O Clube de Autores é o primeiro site brasileiro que permite a publicação gratuita de livros de forma 100% sob demanda. Em outras palavras, você, autor, pode subir o seu livro, determinar quanto deseja ganhar por venda e disponibilizá-lo na loja sem pagar absolutamente nada por isso.
Uma vez lá, todo e qualquer usuário pode adquiri-lo via comércio eletrônico. Quando o livro é comprado, o pedido vai diretamente para a gráfica, que imprime um a um, dá o acabamento final e despacha para o comprador – sendo que o autor recebe os direitos autorais após acumular-se um montante mínimo, de R$ 100,00."
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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Latino vence prêmio Nobel de Literatura

O escritor peruano Mario Vargas Llosa é o vencedor do prêmio Nobel de Literatura 2010. Nascido em 1936, em Arequipa, no Peru, Llosa é professor universitário, acadêmico e político, sendo uma personalidade intelectual de grande vulto e um dos mais importantes escritores da América Latina e do mundo.
A escolha da obra Llosa foi motivada pela "cartografia das estruturas do poder e suas afiadas imagens da resistência, rebelião e derrota do indivíduo", segundo os organizadores do Nobel. Vargas Llosa é reconhecido mundialmente pela minuciosa descrição social em seus livros, ricos nas descrições dos personagens e com panos de fundo de conteúdo engajado, que por diversas vezes abordam aspectos da história recente latino-americana e principalmente, peruana. Foi galardoado com muitos dos mais destacados prêmios literários internacionais, entre eles o Prêmio PEN/Nabokov, o Prêmio Cervantes, o Prêmio Príncipe das Astúrias e o Prêmio Grinzane Cavour.
Entre sua vasta obra estão “A Cidade e os Cães” (Prémio Biblioteca Breve, 1962; Prémio da Crítica Espanhola, 1963), “A Casa Verde” (1967 – Prémio Nacional do Romance do Peru, Prémio da Crítica Espanhola, Prémio Rómulo Gallegos), “Conversa na Catedral” (1969), “Pantaleão e as Visitadoras” (1973), “A Tia Júlia e o Escrevedor” (1977), “A Guerra do Fim do Mundo” (1981; Prémio Ritz-Hemingway – 1985), “História de Mayta” (1984), “Quem Matou Palomino Molero?” (1986), “O Falador” (1987), “Elogio da Madrasta” (1988), “Lituma dos Andes” (Prémio Planeta, 1993), “Como Peixe na Água” (1993), “Os Cadernos de Dom Rigoberto” (1997), “Cartas a Um Jovem Romancista” (1997), “A Festa do Chibo” (2000) e “Travessuras da Menina Má” (2006).
O Prêmio Nobel na América Latina
Concedido desde 1901, é atribuído a um autor de qualquer nacionalidade quetenha se destacado pelo conjunto de sua obra, tendo criado uma distinção por seus principais livros, sua mentalidade, seu estilo e suas filosofias, não distinguindo uma obra em particular. Mário Vargas Llosa é o sexto latino a conquistar tal premiação, sendo seus antecessores Gabriela Mistral (1945 – Chile), Miguel Astúrias (1967 – Guatemala), Pablo Neruda (1971 – Chile), Gabriel García Márquez (1982 – Colômbia), Octávio Paz (1990 – México) .
Há que se observar que o prêmio Nobel de literatura, por ser o mais importante do mundo, não está imune a conflitos de interesses entre países hegemônicos nem à conjuntura internacional, o que se constata em relação a autores que injustamente não foram premiados pela Academia Sueca como os argentinos Jorge Luis Borges e Julio Cortázar entre outros. O mesmo se observa com relação à não premiação de Joyce, Proust e Nabokov. Dessa vez uma injustiça foi corrigida ao laurear o mais importante narrador hispano-americano vivo: Mario Vargas Llosa.
Confira entrevista com Mário Vargas Llosa aqui.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

ABL: Novo Imortal

Saiu ontem o resultado para a vaga deixada pelo saudoso bibliófilo José Mindlin na ABL - Academia Brasileira de Letras: Geraldo Holanda Cavalcanti, de 71 anos, eleito por 20 dos 39 votos da sessão.
O eleito é pernambucano do Recife e, foi diplomata servindo em cidades como Genebra, Washington e Moscou, poeta laureado com um "Prêmio Fernando Pessoa" (2000), além de finalista do Jabuti (2008) pela obra "Encontro em Ouro Preto", sua primeira ficcional.
Concorreram com Geraldo Holanda: Eros Grau (ministro do STF - Supremo Tribunal Federal, 10 votos), Muniz Sodré (Professor universitário e atual presidente da BN - Biblioteca Nacional, 8 votos) e Martinho da Vila (Sambista, 0 voto).

domingo, 25 de abril de 2010

The Franz Kafka Society

"The Franz Kafky Society Established in 1990, the Franz Kafka Society is a non-governmental non-profit organization. Its main goal is to contribute to reviving the traditions that gave rise to the phenomenon called Prague German literature, while restoring general awareness of the great significance of cultural plurality in Central Europe, a region where the Czechs, Germans and the Jews have been living together for centuries. Promoting those traditions, epitomized by the name of Franz Kafka, the Society is devoting systematic attention to his works, seeking to make Kafka´s heritage a natural component of the Czech cultural context."
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quarta-feira, 21 de abril de 2010

"Académie Goncourt"

"Tout ce qui comptait dans les lettres pendant la deuxième moitié du XIXe siècle fréquenta Jules (1830-1870) et Edmond de Goncourt (1822-1896).
Certains écrivains subirent l'influence du style «artiste» prôné par les Goncourt.
En particulier Jean Lorrain dont on pourrait dire qu'il a été leur pasticheur et J.-K. Huysmans. Pierre Loti fut attaché à cette esthétique et c'est du Grenier que sera lancée sa candidature à l'Académie française comme une sorte de plaisanterie contre la littérature officielle.
Toujours est-il que rien ne flattait plus Edmond de Goncourt que de s'entendre dire qu'il avait usé sa vie d'artiste à tenter l'expression de l'inexprimable, à rendre ce qui ne saurait être rendu, et qu'il appelait dans son jargon: l'irrendable.
Dans leur affection mutuelle, étrange cas de «gémellité littéraire», les deux frères, d'une sensibilité presque maladive, avaient forgé un prénom collectif: Juledmond. Jules était le véritable écrivain, comme le souligne Edmond (Journal du 26 décembre 1895): «Le soin amoureux qu'il mettait à l'élaboration de la forme, à la ciselure des phrases, au choix des mots, reprenant des morceaux écrits en commun et qui nous avaient satisfaits tout d'abord, les retravaillant des heures....» Après la mort prématurée de Jules, leur Journal sera poursuivi par Edmond qui continuera d'associer la mémoire de son frère à toutes ses activités.
Surtout féru de peinture, il se révélera un exceptionnel collectionneur. C'était une passion qu'il tenait de son grand-père Huot de Goncourt qui siégea à l'Assemblée Nationale et de sa mère habituée à chiner le dimanche les antiquaires du Faubourg Saint-Antoine.
Il fut le découvreur de l'art japonais, et il réhabilita le XVIIIe dans le goût français."
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segunda-feira, 29 de março de 2010

"Real Academia Española"

"La Real Academia Española se fundó en 1713 por iniciativa de Juan Manuel Fernández Pacheco, marqués de Villena. Felipe V aprobó su constitución el 3 de octubre de 1714 y la colocó bajo su «amparo y Real Protección».
Su propósito fue el de «fijar las voces y vocablos de la lengua castellana en su mayor propiedad, elegancia y pureza». Se representó tal finalidad con un emblema formado por un crisol en el fuego con la leyenda Limpia, fija y da esplendor, obediente al propósito enunciado de combatir cuanto alterara la elegancia y pureza del idioma, y de fijarlo en el estado de plenitud alcanzado en el siglo XVI.
La institución ha ido adaptando sus funciones a los tiempos que le ha tocado vivir. Actualmente, y según lo establecido por el artículo primero de sus Estatutos, la Academia «tiene como misión principal velar porque los cambios que experimente la Lengua Española en su constante adaptación a las necesidades de sus hablantes no quiebren la esencial unidad que mantiene en todo el ámbito hispánico»."
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quarta-feira, 3 de março de 2010

AVBL - Academia Virtual Brasileira de Letras

"Autores, Escritores e Poetas Virtuais, cuja finalidade é disponibilizar na www seus textos, e, assim firmar no tempo e espaço esta nova Época Literária "Virtualismo".

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Academia Petropolitana de Letras

"A Academia Petropolitana de Letras começou com Joaquim Heleodoro Gomes dos Santos. Ele próprio conta como e porque aconteceu no artigo "Associação de Ciências e Letras - Esboço Histórico ", publicado na " Revista da Academia Petropolitana de Letras ", ano1, número 1, abril de 1934. "
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

"Diccionario panhispánico de dudas e de la lengua española"

Oportunamente à leitura da obra "Dom Quixote" neste mês, divulgamos o oferecimento, pela Real Academia Española, de dois dicionários muito úteis aos que nos acompanham nesta aventura: o Diccionaria de la lengua enspañola e o Diccionario panhispánico de dudas.

Centro de Estudios Cervantinos

"El Centro de Estudios Cervantinos es un consorcio público fundado en 1990. Está regido por un patronato del que forman parte las siguientes instituciones:
• Ministerio de Educación, Cultura y Deportes.
• Comunidad Autónoma de Madrid.
• Ayuntamiento de Alcalá de Henares.
• Universidad de Alcalá.En el artículo 5 de sus Estatutos se señala que sus fines son “promover el patrimonio cervantino y proteger y difundir la lengua y la cooperación entre los investigadores y los artistas, siendo lugar de encuentro, formación e investigación y protección de los mismos” y “fomentar el acercamiento de la ciudadanía al mundo de la lengua y la creación literaria”.
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

S.I.A.M. - Societé International des Amis de Montaigne

"La Société Internationale des Amis de Montaigne (S.I.A.M.) est une association loi 1901, fondée en 1913. Son premier président fut Anatole France. Elle a pour objet l'étude en France et dans le monde entier de Montaigne, de son œuvre et de son temps. Elle réunit plusieurs centaines de spécialistes ou d'amateurs dans le monde. Elle compte au nombre d'abonnés au bulletin qu'elle publie de très nombreuses bibliothèques universitaires d'Europe, du Japon, du Canada et des Etats-Unis principalement.
La Société propose à ses membres plusieurs
conférences pluri-annuelles et publie un Bulletin semestriel comportant, outre des articles de fond, les informations concernant la vie de la Société, des comptes rendus d'ouvrages consacrés à Montaigne et à son temps, ainsi qu'un forum permettant de proposer des remarques et de poser des questions.
Elle publie aussi les actes des journées d'études ou de colloques qu'elle organise : Colloque de Paris (1995) sur « Marie de Gournay et les Essais de 1595 », Journée d'études (1998) sur le thème « A nouvel usage : allégations et détournements des Essais à l'âge classique ». Elle a organisé un colloque à Rouen, en décembre 2000, intitulé « Montaigne et la justice », dont les actes ont été publiés en 2001 dans le Bulletin de l’association. Une journée d'étude sur « Goethe et Montaigne » (octobre 2000) a donné lieu également à un numéro à thème du Bulletin en 2002. En mars 2003, un congrès « Shakespeare et Montaigne : vers un nouvel humanisme » s’est tenu à Paris, organisé en collaboration avec la Société Française Shakespeare (publication : AVL Diffusion). Au printemps 2004, un week-end très réussi des membres de la S.I.A.M. « Sur les pas de Montaigne dans le Sud-Ouest », entre le Bordelais et le Périgord, nous a donné l’idée de renouveler l’expérience. Ainsi, en mars 2005, un week-end « Sur les terres de La Boétie » autour de Sarlat a permis des rencontres à la fois agréables et instructives aux participants. Un voyage de la S.I.A.M. en Suisse et en Allemagne est envisagé pour 2006. La Société Internationale des Amis de Montaigne, qui n'a cessé de développer ses activités depuis sa fondation, souhaite dynamiser encore les études montaignistes en accueillant en son sein un nombre croissant de lecteurs des Essais, de chercheurs, ou d'étudiants pour lesquels un tarif spécial d'adhésion a été prévu.
Si, comme nous, vous vous intéressez à l'auteur des Essais et à son œuvre, « indiligent lecteur » ou « suffisant lecteur », n'hésitez pas à nous rejoindre!"
Pour adhérer à la société:

www.amisdemontaigne.net

domingo, 31 de janeiro de 2010

Academia Portuguesa da História

"A ACADEMIA PORTUGUESA DA HISTÓRIA, instituição científica estatal, criada pelo Decreto-Lei n° 26611,de 19 de Maio de 1936 é a legítima herdeira da mais antiga Academia nacional – a ACADEMIA REAL PORTUGUESA DA HISTÓRIA – fundada por D. João V, conforme decreto de 8 de Dezembro de 1720. Durante dezenas de anos esta instituição desenvolveu uma actividade cultural de grande relevo, como se pode verificar nas magníficas edições, mas, por circunstâncias ainda pouco conhecidas, começou a desagregar-se na segunda metade do século XVIII, acabando por se extinguir naturalmente. Herdeira da figura da História, da divisa Restituet Omnia, para além de parte da obra literária a nova Academia Portuguesa da História começou as suas actividades a 9 de Janeiro de 1938, data da primeira reunião do Conselho Académico."
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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

APL - Academia Paranaense de Letras

"A Academia Paranaense de Letras foi fundada em Curitiba, em 26 de setembro de 1936, sucedendo a antiga Academia de Letras do Paraná, criada em 1922 e dissolvida por motivos políticos. A recriação de uma entidade cultural representativa da cultura do Estado, deu-se por estímulo e influência da Academia Carioca de Letras e da Federação das Academias de Letras do Brasil. Exerceu a liderança, nesse propósito, o Professor Dr. Ulysses Vieira que reagrupou intelectuais dispostos a resgatar os valores acadêmicos dispersos por força das velhas dissidências."

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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

APL - Academia Paulista de Letras

"Apontamentos sobre a Academia Paulista de Letras
Pela acadêmica Myriam Ellis

Uma visão retrospectiva da vida da Academia Paulista de Letras conduz ao período inicial dos seus primeiros tempos, quando momentos cruciais de apatia, inanição e morte aparente anteciparam os da fase decisiva e determinante do seu ressurgimento, reestruturação e sobrevivência. Os anos de 1909 a 1919 assinalam o primeiro momento, o da inauguração, a 27 de novembro de 1909, em noite de gala, no palacete do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, à rua de São João, até o desaparecimento, em 1918, do seu fundador, o dr. Joaquim José de Carvalho, Secretário geral e primeiro titular da Cadeira nº 4, seguido, no ano seguinte, da morte do primeiro Presidente eleito, o dr. Brasilio Machado de Oliveira. O segundo momento, de 1919 a 1929, é o do conseqüente esmorecimento, da inanição e do colapso da entidade... O terceiro, de 1929 a 1931, determina o seu renascimento, graças ao esforço conjunto e obstinado dos acadêmicos Pedro Augusto Gomes Cardim, Ulisses Paranhos e Amadeu Amaral, em atuação decisiva no sentido da sobrevivência da Academia, e equivalente a uma segunda fundação... Ao médico e polígrafo, natural do Rio de Janeiro e radicado no interior paulista, o dr. Joaquim José de Carvalho, homem de franqueza exuberante, inteligência brilhante, cultura ampla e sólida, idealista, batalhador, enérgico, obstinado e polêmico, a ele devem-se o empenho e a coordenação dos esforços que levaram à criação da Academia Paulista de Letras, em fins de 1909, da qual foi o primeiro Secretário geral e Procurador. Diz ele em seu Relatório, lido na sessão inaugural daquele ano:... aqui se acham a jurisprudência, a economia política, a medicina... a teologia dogmática ao lado da reforma, do livre pensamento e do positivismo, a biologia, a filosofia, a interpretação dos fenômenos ocultos, a engenharia prática, a matemática, a cosmografia, a filologia, a lingüística, o beletrismo, a poesia, a arte dramática, a música, o jornalismo, o parlamentarismo, todas as atividades operosas da inteligência humana, todas as opiniões... crenças por seus lídimos representantes, sem distinção de sexo, sem partidarismo, sem exclusão alguma, em mescla conveniente e simpática, em um convívio que queremos há de ser harmonioso... pois Pro Litteris Scientiisque Laboramus! "
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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

AML - Academia Mineira de Letras

"Fundada na cidade de Juiz de Fora, em 25/12/1909, por um grupo de pioneiros ligados à literatura e a cultura, onde pontificavam jornalistas, escritores, profissionais liberais, homens públicos e conceituados militantes da cátedra e dos tribunais.

Juiz de Fora, à época denominada Manchester Mineira, respirava um ar de progresso e de vanguarda na indústria e na inovação tecnológica, convivendo com fervilhante atividade literária, em que se misturavam empreendedores pioneiros, poetas e contistas de formação diversa, com a presença na cidade de tradicionais educandários e austeros educadores. A imprensa rivalizava com a do Rio de Janeiro e articulistas de renome nacional assinavam artigos e colunas nos diários e periódicos de Juiz de Fora. A primeira indústria têxtil de Minas Gerais e a primeira hidrelétrica do País se instalaram na progressista cidade. O grupo fundador da Academia Mineira Letras, de imediato incorporando o adjetivo mineiro, ao invés da denominação municipalista, dava a dimensão ambiciosa e ao mesmo tempo magnânima dos seus altos objetivos: o culto, a defesa e a sustentação da pureza da língua e a produção intelectual na sua plenitude e variedade. Inicialmente, os doze idealizadores capitaneados por Machado Sobrinho e integrados por intelectuais do naipe de Belmiro Braga, Dilermando Cruz, Amanajós de Araújo e outros expoentes das letras, elegeram mais dezoito intelectuais espalhados por todo o Estado e representativos do que de melhor existia entre a elite acadêmica de Minas Gerais. Dentre os dezoito, destacavam-se Nelson de Senna, Alphonsus de Guimaraens e Carlos Goes, além de outras influentes personalidades.

Em 1915, acordaram os membros da Academia Mineira de Letras a transferência da sede da Academia para a Capital do Estado, em gesto de despreendimento e de visão, descortinando maior dimensão e "status" à mesma, próxima dos centros do Poder e de convergência de atividades e interesses de toda natureza. Em 1943, com o apoio do então Prefeito de Belo Horizonte, Otacílio Negrão de Lima, viria a Academia receber sua sede própria, instalada no sexto andar do edifício sito à rua dos Carijós, aonde permaneceria até 1987, quando Vivaldi Moreira, após 12 anos de determinada articulação junto aos poderes públicos, conseguiria o comodato do palacete Borges da Costa, atual sede da Academia e cogominado Casa de Alphonsus de Guimaraens, com o apoio de sucessivos homens públicos como os Presidentes José Sarney e Itamar Franco, e os Governadores Hélio Garcia e Newton Cardoso, cada qual emprestando parcela de apoio visando a doação do imóvel e a restauração do Palacete e construindo-se em seguida o Auditório ao lado, conforme notável projeto do arquiteto Gustavo Penna. O contraste do clássico - verdadeiro relicário - e o moderno arrojado e funcional - Palacete e Auditório - deu à Academia o realce e a beleza externa que o seu rico conteúdo interno - homens e livros - abriga doravante.

A casa passou a ser integrada por 40 membros a exemplo da Academia Brasileira e a Francesa, eleitos por um colégio eleitoral inter paris em processo aberto a todo cidadão brasileiro, com qualificações para postular o acesso ao sodalício."

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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Escola de Belas Artes

Por carta régia de 20/11/1800, foi estabelecida no Rio de Janeiro, a Aula Pública de Desenho e Figura, sendo esta a primeira medida concreta para a difusão e a fixação da arte através de seu ensino sistemático. Antes disso foram ministrados pelas instituições religiosas nos primórdios de nossa existência, apenas o ensino elementar, sempre de ordem prática, e os conhecimentos de desenho arquitetônico e de engenharia necessários á atividade militar.
O Decreto de 12/08/1816 criando a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios implantou no Brasil a educação artística em caráter oficial. Em 05/11/1826 configurou-se a instalação definitiva da Academia Imperial das Belas Artes - como ficou conhecida a Escola Real - instituindo-se um sistema de ensino artístico que iria moldar de forma singular o desenvolvimento da arte brasileira. A partir de 08/11/1890, a antiga Academia Imperial foi transformada na Escola Nacional de Belas Antes.
Em 1931, a Escola passou a integrar a Universidade do Rio de Janeiro e, em 1937, a Universidade do Brasil. Em 1965 passou a se chamar Escola de Belas Artes incorporando-se a Universidade Federal do Rio de Janeiro, constituindo-se através dos anos num verdadeiro organismo cultural, centro universitário e inovador que se dedica a renovar a cultura artística da época e desenvolver, de forma integral a harmoniosa, a capacidade e a criatividade dos seus alunos.
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