sábado, 1 de maio de 2010

"Incentivo à leitura"

"Vão até o dia 10 as inscrições para o concurso de programas de incentivo à leitura promovido pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. Informações no site www.fnlij.org.br"

Fonte: O Globo - Prosa & Verso - pág. 5, em Sábado 1 de maio de 2010.

"Colofon"

"A Vieira & Lent, reconhecida pelas edições de divulgação científica, está lançando um selo dedicado à literatura contemporânea. O Colofon nasce voltado para obras lusófonas e ibero-americanas, e com planos de investir em formatos digitais. O site do primeiro livro, "O último trem", de Marcos Simas, é www.vieiralent.com.br/ultimotrem."

Fonte: O Globo - Prosa & Verso - pág. 5 em Sábado, 1 de maio de 2010.

"VIII Semana Nacional de Museus: Museus para a harmonia social"


A Semana Nacional de Museus faz parte da agenda de eventos permanentes do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) e ocorre durante uma semana, sempre no mês de maio, em comemoração ao Dia Internacioal dos Museus, dia 18/05. Neste ano, acontecerá de 17 a 23/05/2010 com o tema "Museus para a Harmonia Social" e terá a participação do Museu Mariano Procópio (Juiz de Fora) . O propósito é mobilizar os museus brasileiros a aderirem ao tema da Semana, a partir de um esforço de concertação de suas programações por um período específico, intensificando a relação destes com a sociedade.

Desde a sua primeira edição, em 2003, a Semana Nacional de Museus já divulgou a programação de 2.445 instituições museológicas, envolvendo 7.473 eventos, entre seminários, shows, exposições, visitas guiadas e palestras, exibição de filmes e documentários.
O IBRAM também disponibiliza textos sobre o tema no link http://icom.museum/doc/imd2010_links.html.

Mais informações: Coordenação de Difusão e Desenvolvimento de Parcerias – (61) 2024-6207 e (61) 2024-6234.

"Música no Parque 2010"

Tem início amanhã a edição 2010 do Projeto "Música no Parque", desenvolvido no Parque do Museu Mariano Procópio, em Juiz de Fora.
Quem abre a programação deste ano é o Coral Arcelor Mittal, às 10h. Ao longo de todo o mês de maio haverá apresentações, sempre aos domingos, de diferentes estilos musicais. No dia 09/05, será a vez do pianista Márcio Hallack e no dia 16 haverá um recital com o coral das escolar municipais da cidade. Fecham a programação a Orquestra de Jazz do Pró-Música, com um concerto dia 23/05, e o músico Thiago Miranda, dia 30.

As apresentações são uma parceria da Fundação Museu Mariano Procópio (Mapro) com a Funalfa. Todas as entradas são gratuitas.

"O cavaleiro inexistente" de Ítalo Calvino

O livro lançado originalmente em 1959 de Ítalo Calvino (1923-1985) que temos como "obra do mês" no seu "O cavaleiro inexistente" (1993, Cia das Letras, Trad. Nilson Moulin, 136 págs., R$ 34,00) é parte do conjunto de sua obra que no Brasil, foi editada pela Cia das Letras e, recentemente, ganhou novo tratamento gráfico (particularmente prefiro o anterior). A tradução feita por Moulin é competente e garante a maestria de Calvino nesta que é mais mais uma de sua lavra com a marca e verve irônica, plena de humor num contexto geralmente inóspito que o é a Idade Média, evocando personagens históricos e situações características do imaginário medieval, todos aqui tratados claro, com um anacronismo hilário, mas não menos inteligente. E ainda que seja a obra um romance literário, portanto, dispensado os rigores da historiografia, não deixa de ser válido e interessante ao lê-la, pensarmos também avant la lèttre, neste que é dos mais fascinantes períodos da História que por seu imaginário, continua a povoar nosso pensamento e interesses, caso do próprio Calvino.

Sinopse:

"Nessa espécie de romance de cavalaria às avessas, Italo Calvino põe em marcha toda a sua habilidade construtiva e capacidade alegórica, mas também a sua verve humorística, para contar as aventuras e desventuras de Agilulfo Emo Bertrandino dos Guildiverni e dos Altri de Corbentraz e Sura, o cavaleiro inexistente da corte de Carlos Magno. Circundado por uma galeria de personagens que compõem um verdadeiro exército brancaleônico, Agilulfo serve com fé a causa da Cristandade. De permeio, tem de lidar com uma querela em torno de sua nobre reputação, espelhada na armadura trazida sempre imaculadamente alva, embora paradoxalmente vazia. Como nos demais romances da trilogia Nossos antepassados, Calvino mergulha nos tempos heróicos da cavalaria medieval, vistos neste livro em chave burlesca, utilizando como narrador uma freira confinada no convento, cuja penitência é justamente escrever a história desse cavaleiro 'sui generis'. "